A GENSA – GENERAL SERVIÇOS AÉREOS LTDA., atual denominação social de GSA-GLOBO SERVIÇOS & AEROTÁXI LTDA. que foi fundada em 13 de dezembro de 1996, com sede administrativa em São Paulo (SP) a Rua Funchal, 538 – 7o. Andar – Vila Olímpia, e sede operacional ao Aeroporto de Congonhas – iniciou operações de vôo em Março/1997 – com a aeronave PT-SOG EMB110 P1 Bandeirante, em vôos Fretados para executivos e Agências de Viagens.
Em 07 de Maio de 1997, resolve abrir a filial de Campo Grande (MS) – Aeroporto Internacional - Hangar Pantanal, nesta ocasião ainda como GSA-Globo, assume toda a estrutura da Pantanal – Linhas Aéreas S/A a qual deixou o Estado em direção ao sudeste do País (Curitiba, São Paulo), com isto inicia-se a atividade de Táxi Aérea com aeronaves de pequeno porte – Seneca II e III, e por um curto período de quatro meses também operava um Helicóptero – Modelo Esquilo EB




De Agosto/1997 a Julho/1998 – a GSA Globo, atual GENSA prestou serviços para Pantanal Linhas Aéreas com os vôos PTN-200, PTN-201, PTN-202 e PTN-203 ligando Campo Grande – Dourados – Ponta Porã – Campo Grande, utilizando as aeronaves EMBRAER E110 P1 Bandeirante (PT-SOG / PT-GJY), findo as operações da Pantanal em Campo Grande, a GSA – Globo fez necessária se desvincular da aeronave PT-GJY (venda), e firmou contrato com a empresa de Logística CIRCLO de Minas Gerais, posicionando seu único EMB110 P1 Bandeirante (PT-SOG) na Capital Mineira, passando a fazer o transporte de Cargas e Passageiros da Industria Automobilística FIAT do Brasil (Betin-MG), contrato este que fora de 18 (dezoito) meses, findo em 31-Dez-1999.

Em Outubro de 1999, decide tornar-se uma empresa de transportes do G-3 (Grupo Três) elevando seu nível operacional para Empresa Aérea Não Regular – Suplementar cumprindo as exigências do RBHA-135/IAC-3136 (Regulamento Brasileiro de Habilitação Aeronáutica). Fato este que a habilitou ser uma prestadora de Serviços (terceirizada) de transporte aéreo da PETROBRÁS – em Manaus (AM), executando o transporte de Passageiros e Cargas entre Manaus-AM e a Bacia Petrolífera de Porto Urucu, ocorrência esta que se dera por contrato de licitação em favor da PANTANAL – Linhas Aéreas S/A, o período de prestação ocorreu de Jan/2000 até Dez/2000.A partir de Jan/2001 até Jun/2002 a GENSA – GENERAL SERVIÇOS AÉREOS LTDA., suspende suas operações com a aeronave E-110 P1 para ser feita revisão geral de seus motores, hélices, trem de pouso e check “C”.




Neste período a GENSA com nova Direção (Sr. Luswagner e Cmte. Adalgino) iniciou os estudos para retomada do Projeto “CENTRO OESTE” – cedido pelo Dr. Marcos Sampaio Ferreira, proprietário da PANTANAL LINHAS AÉREAS S/A, a GENSA. Fechamos a Matriz em São Paulo, transformamos a Filial de Campo Grande em Matriz, com sede administrativa e operacional, atualizamos e reformulamos todos os dados estatísticos de possíveis demandas de passageiros, fluxo de turistas e nosso planejamento macro-enconômico.

Os números se tornaram convidativos para retomada do projeto “CENTRO OESTE”, apontando os seguintes dados:- em 1990 o Aeroporto Internacional de Campo Grande obtinha 55.000 (cinqüenta e Cinco mil) passageiros em média embarcando e desembarcando por ano, hoje este mesmo numera passou a ser ao mês, o numero de empresas aéreas em 1990 não atingia 11 (onze), hoje não são mais de 30 (trinta) entre as em atividades e as com operações suspensas.

Como se pode verificar o numero de aumento de usuários foi de 1.100%, e está bem longe e aquém ao numero de Companhias Aéreas criadas e em funcionamento, menos de 200%, houve sim um elevado numero de assentos ofertados por Km-Pax a ser percorrido com a substituição de aeronaves de maior porte as de pequeno e pelas grandes Cia. do mercado, daí então a necessidade de servir somente os pólos de demanda crescente, com isto sumiu do mercado as pequenas e médias aeronaves, porém estes equipamentos com número de assentos superiores a 100 passageiros, não irão de forma alguma a localidades de baixa densidade ou com densidade sazonal, por ser antieconômico (caso de Corumbá).

A única solução é o retorno dos equipamentos de baixa densidade e com empresas como a GENSA, a qual deve e terá de manter um elevado padrão de segurança, uma administração rígida e continuada de seus custos operacionais, com o menor e melhor efetivo de profissionais possíveis por numero de aeronave sendo operada (otimização de recursos materiais e humanos).

Outra informação relevante deste Estudo / Projeto revela que às comunidades servidas por empresas de transportes aéreos, obteve um crescimento de seu PIB a ordem de 15%, enquanto Uberlândia (MG) e Maringá (PR), chegaram atingir 28% nos últimos cinco anos, exatamente o período de desregulamentação da Aviação Civil Brasileira (1997 - inicio do processo de liberação das tarifas aéreas pelo DAC – Departamento de Aviação Civil / MAer).

Simulamos nos estudos os resultados sem as Empresas Aéreas dos Estados da Amazônia Legal (Rico Linhas Aéreas, Tavaj – Linhas Aéreas e Penta Linhas Aéreas), reconhecendo à necessidade do transporte aéreo como meio primário, devido a sua topografia (Florestas), e pela não existência de Estradas e Rodovias, mesmo assim, é impressionante o numero obtido.

Como toda atividade existente no centro sul e sudeste do País, as concentrações de Renda impõem a “livre concorrência”, fomentando mais ainda a aquela antiga frase “TEMPO É DINHEIRO” e a segurança, é imprescindível.

Outro dado interessante, porém triste e alarmante é que nossas estradas estão matando mais que as “guerras” do oriente médio, por outro lado e desta vez de forma positiva, à Aviação Civil Brasileira é reconhecida pela OACI (Organização da Aviação Civil Internacional) como uma das mais seguras do Mundo, também não se deve esquecer que já estamos perto de ser o País com a 3a. Maior industria aeronáutica do Mundo tratando-se da EMBRAER



Assim nasce a GENSA, inicialmente servindo as duas maiores cidades dos interior dos estados de MS e MT (Corumbá e Rondonópolis), que até então estavam isoladas e ilhadas sem transporte aéreo.
Em meados de Julho/2003, inserimos a 2a. Aeronave EMB110 P1 Bandeirante de prefixo (PT-SHN) em operação. Nosso objetivo é atender ao setor norte do Estado de MT, tal seja Sinop e Matupá, passando por Tangará da Serra.

Continuando o planejamento de investimentos, estamos reunindo propostas de financiamento interno e do exterior, para que no segundo semestre de 2004 já estejamos operando com a primeira aeronave EMBRAER E-120 BRASÍLIA com capacidade para 30 passageiros, qual seja esta aeronave será otimizada na rota Corumbá – Campo Grande – Rondonópolis (MT) – Cuaibá (MT).
Com isto, só nos resta convidar todas associações de classes, empresários, profissionais liberais, agros e pecuaristas em fim toda a sociedade, e principalmente os Governos dos Estados de MS, MT e PR, em conjunto com todos as Prefeituras Municipais, a prestigiarem o empreendimento, ajudando a GENSA a se consolidar no mercado do Centro-Oeste.

Em contra partida, temos a certeza que através de nossas asas estaremos transportando pelos céus deste Estado, as pessoas que deverão promover o crescimento econômico, cultural e social que todos nos almejamos, trazendo com sigo uma distribuição de renda mais justa, mais segurança, saúde e emprego para o cidadão sul-mato-grossense.



GENSA - GENERAL SERVICES AVIATION
Av. Duque de Caxias s/n - Hangar Gensa - Aeroporto Internacional de Campo Grande - 79100-400  Campo Grande, MS
Tel. (67) 2106-7200 PABX / Fax. (67) 2106-7230 / Coord. Vôos: (67) 2107.7207 / H24 (67) 996271-4122 (celular)
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